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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Nunca diga adeus || Leitura Crítica


Sem sombra de dúvida, Nunca diga adeus estará entre os favoritos de 2012!
Eu não sei nem por onde começar; estou respirando fundo porque ainda estou envolvida pela tensão do livro. Desde a sinopse, já tinha certeza que ia ficar fascinada pelo livro e – uhuu – não me decepcionei!

Lena e David são casados e têm uma filha, Sarah. Mas seu casamento está em crise e Lena pretende aproveitar o período em que Sarah estiver em um acampamento para colocar as coisas no lugar com o marido. Sarah, aos nove anos, é uma menina decidida e independente e enfrenta bem a situação de ir sozinha para o seu primeiro acampamento, onde ficará em média duas semanas.
Pouco antes da partida da filha, David precisa sair para “trabalhar” - o que é estranho, pois trata-se de um sábado – e cabe a Lena a tarefa de embarcar sozinha a filha, mas tudo corre bem, o monitor é um rapaz simpático que inspira confiança.
Mas a tragédia de sua vida inicia quando, vinte minutos depois de Sarah ter ido embora, uma van do acampamento chega e Lena descobre que fora enganada, o monitor que levou Sarah não trabalha para o acampamento em questão e, traduzindo a realidade, Sarah foi sequestrada. Ao entrar em contato com outros pais, ela descobre que a mais três crianças estão na mesma situação.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Não há silêncio que não termine || Leitura Crítica


Ingrid Betancourt era candidata à presiência da Colômbia quando foi seqüestrada pelas FARC. você já deve ter visto sobre isso na televisão ou internet... No geral, Não há silêncio que não termine aborda sobre os anos que Ingrid esteve como refém na selva colombiana.
Vemos uma mulher subjugada e inferiorizada, sujeita a humilhações, doenças etc. a autora fala abertamente sobre seus anos de cativeiro e os personagens que estiveram presentes ao longo dos oito anos.
Apesar da extensão do livro, a leitura flui rapidamente devido ao desejo de libertar a Ingrid. Em cada tentativa de fuga surge a expectativa , a esperança de obter êxito. A cada captura vem a frustração, o desespero. Não há silêncio que não termine deixa o leitor diante do ser humano em sua forma mais primitiva.