Sem sombra de dúvida, Nunca diga adeus estará entre os
favoritos de 2012!
Eu não sei nem por onde
começar; estou respirando fundo porque ainda estou envolvida pela tensão do
livro. Desde a sinopse, já tinha certeza que ia ficar fascinada pelo livro e – uhuu
– não me decepcionei!
Lena e David são casados e
têm uma filha, Sarah. Mas seu casamento está em crise e Lena pretende
aproveitar o período em que Sarah estiver em um acampamento para colocar as
coisas no lugar com o marido. Sarah, aos nove anos, é uma menina decidida e
independente e enfrenta bem a situação de ir sozinha para o seu primeiro
acampamento, onde ficará em média duas semanas.
Pouco antes da partida da
filha, David precisa sair para “trabalhar” - o que é estranho, pois trata-se de
um sábado – e cabe a Lena a tarefa de embarcar sozinha a filha, mas tudo corre
bem, o monitor é um rapaz simpático que inspira confiança.
Mas a tragédia de sua vida
inicia quando, vinte minutos depois de Sarah ter ido embora, uma van do
acampamento chega e Lena descobre que fora enganada, o monitor que levou Sarah
não trabalha para o acampamento em questão e, traduzindo a realidade, Sarah foi
sequestrada. Ao entrar em contato com outros pais, ela descobre que a mais três
crianças estão na mesma situação.