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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A escolha de Nicholas Sparks


"Nicholas, surpreenda-me" é assim que começo todos os livros do autor Nicholas Sparks.
Geralmente, sempre deixo claro por aqui que não me interesso muito pelos livros do Nicholas Sparks, mas contraditoriamente A escolha é o quinto livro que leio do autor. São características dele produzir histórias românticas, puras, cheias de fé, esperança, bondade e uma tragédia como ápice. A escolha não foge à regra. Ah, sim, os mocinhos também as vezes são diferentes e encantam-se de uma forma avassaladoramente ingênua e intensa.

Gabby é uma assistente médica, criada cheia de regras que se mudou recentemente para uma cidade do interior para ficar mais tempo com seu namorado Kevin. No entanto, sua vida não estava muito legal e piorou quando ela soube que sua cachorrinha Molly estava grávida e provavelmente do cachorro do seu vizinho, um homem desregrado que adora a vida ao ar livre. Decidida a tirar satisfações com o vizinho, ela vai até sua casa e faz todas as acusações cabíveis para o caso e ele sugere que ela procure um veterinário sem conseguir dizer mais nada.
Quando Gabby consegue um tempo livre para levar Molly ao veterinário, ela fica surpresa por descobrir que o veterinário da cidade é Travis, seu vizinho e que não há possibilidade do cão dele ser o pai dos filhotes pelo simples fato dele ser castrado.
Apesar da situação, eles começam a se aproximar e apaixonam-se. Mas Gabby já tem um namorado... 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Starters de Lissa Price


O lançamento de Starters em julho pela editora Novo Conceito deixou os leitores fãs de distopias bem ansiosos para conhecer o livro da Lissa Price e o marketing da Novo Conceito acertou com jogos, promoções e tudo mais.

O Amor por Clássico é um blog exclusivamente meu, mas eu me sinto no direito de vez ou outra permitir a participação de alguns primos meus, então eu tinha decidido que Arthur leria/resenharia Starters. Entretanto, ele não conseguiu fluir com a leitura e parou na página 101. Peguei o livro e fui eu mesma tirar a prova.

Não. O livro não é ruim. Acho que Arthur estava numa ressaca literária ou estava esperando outra coisa do livro. "Essa autora copiou a Suzanne Collins" (FERREIRA, Arthur. In: O que eu achei de Starters. Brasil, 2012, p. 12) e eu não li Jogos Vorazes para dissertar acerca desta informação. Então eu não posso fazer essa mesma comparação, mas vou dar aqui minhas impressões sobre Starters.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Viva para Contar || Leitura Crítica

Um thriller que envolve crianças com distúrbios psíquicos, Viva para contar é exatamente o tipo de livro que prende as mãos do leitor do início ao fim.
O livro é composto por três linhas de narrativa.

Na primeira, em primeira pessoa, pela enfermeira da ala psiquiátrica infantil de um hospital, Danielle. Ela nos fala sobre o trauma de sua vida, quando seu pai assassinou sua família e se suicidou logo em seguida, deixando apenas ela viva. Danielle se sentiu culpada durante toda a sua vida. Ela também nos conta sobre o seu trabalho como enfermeira no hospital, como é lidar com as crianças e acompanhamos a chegada de Lucy, uma criança selvagem que Danielle se aproxima muito.

Outra narrativa, também em primeira pessoa, por Victoria, mãe de Evan, nos fala sobre o garoto de oito anos que oscila entre o amável e momentos de extrema agressividade. Ela narra sua vida pré e pós Evan, o fim do casamento e as dificuldades que enfrenta por ter abdicado o mundo para ficar com seu filho.

Em terceira pessoa, a principal narrativa do livro nos apresenta a detetive sargento D. D. Warren, que está encarregada de solucionar o assassinato de uma família inteira, provavelmente cometido pelo pai, que também tentou se suicidar e está no hospital entre a vida e a morte. Posteriormente, surge outro assassinato de uma família que também fica sob sua responsabilidade desvendar e descobrir se existem relações entre si.