Não sei por que eu estava adiando tanto a leitura de Marina. Agora penso que foi uma atitude
desmedida porque eu já tinha visto muita gente falar bem do autor (leia-se: a
Duda já tinha enchido minha paciência dizendo o quanto Zafón é bom).
Óscar Drai é um jovem de 15 anos, que mora/estuda em um
internato e gosta de passar seu tempo livre passeando pela cidade de Barcelona.
Em um destes passeios, ele entra numa mansão aparentemente desabitada e rouba
sem querer um relógio.
Dias depois, ele volta para devolver o relógio ao seu lugar
e acaba conhecendo Marina e seu pai, Germán. Apesar do ocorrido, ele se torna
amigo da pequena família e Marina leva-o a um mistério: uma senhora com vestido
e véu negros vai todos os últimos domingos de cada mês visitar um túmulo, onde
não há nenhuma identificação, apenas uma borboleta desenhada.
Eles decidem seguir esta senhora e terminam se envolvendo em
um mistério macabro, que desafia sua sanidade e os limites entre a vida e a
morte.
Sem palavras. Fim de resenha.
.jpg)