O destino do tigre é o livro que encerra as aventuras que a jovem Kelsey e os irmãos, Ren e Kishan, enfrentam para livrá-los da maldição que mantém os dois príncipes indianos sob a forma de tigre.
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
O destino do tigre de Colleen Houck
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
A viagem do tigre de Colleen Houck

Chegamos então à última leitura crítica de 2012.
A maldição do tigre foi uma série que me
arrebatou em 2012. Romance, aventura, mistérios, fantasia e um protagonista
super fofo *suspiros*. Simultaneamente esta foi uma série que me deixou muito
irada com uma personagem chata e um triângulo amoroso.
Chego ao terceiro livro feliz com algumas
coisas e bem chateada com outras. Afinal, umas das coisas mais interessantes da
série é a aventura ao lado de dois tigres charmosos, com profecias de deuses,
em um cenário fantástico que é a Índia. Em A
viagem do tigre até a página 234 não tinha acontecido nada. Somente
muita chatice entre Kelsey, Ren e Kisham.
Sinceramente, sou
bem teimosa por ainda insistir nessa leitura porque eu não gostei tanto do
segundo livro quanto gostei do primeiro e já tinha lido trechos do terceiro (em
inglês) e sabia que ia odiar ainda mais. Mas eu sou teimosa. Tão teimosa quanto
a Kelsey. Ou menos.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
O resgate do tigre || Leitura Crítica
Contém spoiler do livro anterior.
|| Informações:
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Mas... Apesar de A maldição do tigre ser um livro lindo, o
final me deixou bastante decepcionada. Eu gosto dos felizes e tristes. Mas
tipo, se lá na frente nós sabemos que Kelsey e Ren vão ficar juntos etc e tal,
por que criar tantas reviravoltas no relacionamento
deles? Sinceramente, isso para mim parece uma forma de prolongar
desnecessariamente algo.
Kelsey decidiu deixar Ren na
Índia e voltar para o Oregon para seguir com sua vida e permitir que ele seguisse
com a dele (é, eu odeio a Kelsey por causa disso). E, por um tempo, ela até
consegue seguir adiante e estudar, praticar exercícios e sair com garotos. Um
dos seus pretendentes é Li, seu professor de wushu, que ela começa a simpatizar e pensar neles dois como um
casal. Entretanto, Ren bate à sua porta dizendo que não consegue ficar longe
dela e que agora vai ser seu vizinho, mas percebendo que ela está num dilema
entre ele e Li, decide dar um tempo para que ela decida com quem ela vai ficar.
Claro que ela escolhe o Ren.
As coisas estavam seguindo
tranquilamente quando eles descobrem que Lokesh (o feiticeiro do mal que jogou
a maldição nos rapazes) está a procura de Kelsey. Kishan então vem da Índia
para ajudar Ren a protegê-la, mas nem isso é capaz de impedir que a garota seja
encontrada e, por fim, Ren seja capturado.
De volta à Índia, Kelsey, sr.
Kadam e Kishan precisam descobrir como quebrar mais uma parte da maldição e
como encontrar Ren. Mais aventuras nos aguardam e desta vez conhecemos Kishan melhor.
Pontos positivos e desta vez mais pontos negativos, primeiro
vamos falar do quanto a série é diferente, tenho conversado com a Duda sobre os
tigres da Colleen, e nós concordamos que a série tinha tudo para dar certo.
Tem ótimos ingredientes: mistério, aventura de primeira, um
romance lindo, um mocinho perfeito, mitologia riquíssima e um pano de fundo
brilhante, que é a Índia. Durante todo o livro suspiramos com o Ren, vibramos
com os perigos, ficamos fascinados com a riqueza da cultura indiana. Mas a
autora está começando a se perder.
Parece que ela quer fazer o mesmo que a Meyer fez em
Twilight: criar o team Ren e o team Kishan. Já vi várias pessoas dizendo que
estão em dúvida sobre qual é o preferido. Mas calma aí: e as promessas que Ren
e Kelsey fizeram? Meninas de 18 anos não são capazes de manter suas promessas
ou de serem fieis? Claro, isso é tudo um ponto de vista porque eu não gosto de
triângulos amorosos, isso me parece muito forçado e ainda pior porque eles são
irmãos. Mostra que Kishan não é um cara legal porque ele não é capaz de
aprender uma lição.
Não cheguei ao ponto de dizer que vou desistir da série (que
pretende se arrastar até o quinto livro), afinal sou muito paciente, mas espero
de todo coração que nos próximos volumes a Colleen tenha mudado sua tática
(embora eu já tenha lido os 4 primeiros capítulos de A viagem do tigre,
disponíveis em inglês no site da autora, e esteja um pouco frustrada.).
Não, de forma alguma
o livro é ruim, ele mescla tudo aquilo que nos cativou no primeiro volume da
série e já foi citado lá em cima e por enquanto só vislumbramos a sombra do
triângulo amoroso. Certamente A viagem do tigre
promete muito romance, mais aventuras e a formação de duas equipes: o team Ren
e o team Kishan. E você de que lado vai ficar? Sinceramente, leiam a série para
ter uma opinião.
Só espero que todos
os personagens sejam felizes sem se machucarem (emocionalmente) muito.
|| Informações:
O resgate do tigre
Colleen Houck
Editora Arqueiro
Tradução de Raquel Zampil
432 páginas
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terça-feira, 5 de junho de 2012
A maldição do tigre || Leitura Crítica
Eu vi muita gente falar bem a respeito de A maldição do
tigre e não resisti à curiosidade.
A primeira coisa que eu gostei foi a personalidade da
Kelsey, ela não se prende a pessimismos nem autopiedade, ela é corajosa e
engraçada. Embora ela tenha se fechado depois da morte dos pais.
Em seu trabalho, ela fica fascinada por um tigre branco, que
é uma das atrações principais do circo e ela começa a se aproximar do animal
porque se sente tão solitária quanto ele. Quando seus dias no circo estão
chegando ao fim, aparece um homem, o sr. Kadam, que pretende levar o tigre,
Ren, de volta para a Índia, seu habitat natural e propõe que Kelsey o acompanhe
para garantir a segurança do animal.
Chegando à Índia, ela descobre que o tigre na verdade é um
príncipe indiano que sofreu uma maldição por causa do seu irmão, Kishan (que também
sofre com a maldição), que o sr. Kadam cuida deles dois e Kelsey é a protegida
da deusa Durga destinada a libertá-los. Ren é um tigre branco com lindos olhos
azuis que pode assumir a forma humana durante 24 minutos a cada 24 horas. Ren e
Kelsey partem numa aventura pela Índia para quebrar a maldição.
Aliás, Ren é um personagem muito bem construído, por ter se
comportado como um trigre durante 300 anos, ele é paciente, possui autocontrole
e é educado, gentil, cavalheiro, enfim, um amor. Em contrapartida, por estar em
cativeiro durante tanto tempo, ele é bastante antiquado, mas até
isso é fofo e ficamos suspirando por ele o livro inteiro.
Um livro que reúne aventura, romance, mitologia e cultura
indiana é simplesmente maravilhoso. Não conseguia largá-lo um só momento.
Suspirei com o Ren o tempo inteiro e com as cenas de romance entre ele e Kelsey
porque tudo era simplesmente lindo, vibrei com a aventura, com o mistério e,
apesar de ser um livro de fantasia, a Colleen consegue convencer o leitor com
seus tigres.
|| Informações:
A maldição do tigre
Colleen Houck
Editora Arqueiro
351 páginas
Raquel Zampil
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