Eu gostei do livro primeiro por amar história e segundo por
apreciar livros-reportagem, afinal 1808 é
uma longa reportagem sobre as causas e consequências da viagem da dinastia de
Bragança.
Em partes, ele desmistifica a caricatura feita por Carla
Camurati em seu filme Carlota Joaquina,
em outras, ele ratifica a imagem insegura de D. João VI e maquiavélica da
Carlota.
De forma descontraída e descomplicada, Laurentino traça
interessantes características dos eventos que tiveram ponto de partida no ano
de 1808 e que resultaram, em 1822, na Independência do Brasil.
Claro que, a caráter acadêmico, o livro deixa muito a
desejar, mas o autor é um jornalista e fez um excelente trabalho de pesquisa.
E, com certeza, a melhor parte é conhecer Joaquim Marrocos, primeiro bibliotecário do Brasil que veio com a família Real e toda a invejável Biblioteca Real morar no Rio de Janeiro, a princípio tão odiado. Suas cartas enviadas a seu pai, que ficou em Lisboa, são uma das maiores fontes históricas acerca dos costumes da época.
Conhecemos personagens importantes que ajudaram o Brasil a se tornar o que é hoje, a unir essa imensa pátria.
E, com certeza, a melhor parte é conhecer Joaquim Marrocos, primeiro bibliotecário do Brasil que veio com a família Real e toda a invejável Biblioteca Real morar no Rio de Janeiro, a princípio tão odiado. Suas cartas enviadas a seu pai, que ficou em Lisboa, são uma das maiores fontes históricas acerca dos costumes da época.
Conhecemos personagens importantes que ajudaram o Brasil a se tornar o que é hoje, a unir essa imensa pátria.
Beijos!
|| Informações:
1808
Laurentino Gomes
Editora Planeta
367 páginas
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